16/10/2026
Há testemunhos que nos lembram da importância de acolher a dor do outro, mesmo quando não a vivemos da mesma forma. 💙
Na entrevista ao , Inês Sá Frias partilha, com uma enorme sensibilidade, a dor de perder o pai e a sua cadelinha Trufa. Duas perdas diferentes, mas ambas marcadas pelo amor e pela saudade.
Quando Daniel Oliveira lhe pergunta se os amigos alguma vez desvalorizaram o que sentia pela Trufa por se tratar de um animal, a resposta é um exemplo bonito do que significa estar presente: os amigos apoiaram-na, estiveram ao seu lado e também choraram com ela.
Porque o luto não deve ser medido pela espécie de quem partiu, nem pelo que os outros consideram ser uma perda maior ou menor. A ligação que criamos com os nossos patudos é real, o amor que sentimos é real e a dor de os perder também é. 🐾
Se alguém à tua volta estiver a sofrer pela perda de um patudo, não desvalorizes a sua dor. E se já passaste por essa perda, lembra-te: não tens de justificar aquilo que sentes.
Partilha este vídeo com algém que sabes que está a passar pela mesma dor e conta-nos qual a tua opinião sobre o luto animal.