06/10/2026
A displasia da anca (DA) pode afetar qualquer cão, mas existe uma predisposição muito marcada por raça, genética e conformação corporal. Em geral, o risco é maior em cães de médio/grande porte e em algumas raças gigantes.
🐶 A fisioterapia/reabilitação têm um papel importantíssimo em casos de displasia da anca:
• diminuir a dor;
• melhorar a amplitude de movimento da anca;
• manter ou aumentar a massa muscular;
• melhorar a utilização dos membros posteriores;
• melhorar a mobilidade e a capacidade funcional;
• ajudar a controlar o peso;
• melhorar a qualidade de vida.
🐶 Um estudo específico sobre reabilitação física na displasia da anca canina descreve precisamente estes objetivos e considera a reabilitação uma componente do tratamento tanto durante o pós-cirúrgico como conservador
🐶 Mesmo enquanto tratamento conservador, os resultados são suficientemente impactantes: redução dos índices de dor, melhoria da qualidade de vida, melhoria da mobilidade articular e melhor manutenção da musculatura. A fisioterapia não "cura" a displasia, mas pode ajudar o cão a funcionar melhor e a sentir menos dor, mantendo a musculatura e a mobilidade.
Fontes: Dycus et al. (2017). Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice, 47(4), 823–850. DOI: 10.1016/j.cvsm.2017.02.006.
de Oliveira Reusing et al. (2021). Revue Vétérinaire Clinique, 56(4), 177–184. DOI: 10.1016/j.anicom.2021.08.001.