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Uma alteração isolada pode ser inespecífica. Mas, quando diferentes sinais aparecem juntos, o ultrassom começa a revelar...
17/09/2026

Uma alteração isolada pode ser inespecífica. Mas, quando diferentes sinais aparecem juntos, o ultrassom começa a revelar um padrão.

Em três casos distintos, cinco achados ajudaram a reconhecer processos inflamatórios abdominais:

• aumento da ecogenicidade da gordura abdominal;
• presença de líquido livre;
• linfonodos aumentados;
• espessamento de segmentos intestinais;
• estase gastrointestinal e dilatação por conteúdo fluido.

A distribuição também importa: uma reação restrita à região pancreática tem significado diferente de uma alteração difusa envolvendo mesentério, linfonodos e múltiplos segmentos intestinais.

Nenhum desses achados determina sozinho a causa, a gravidade ou o prognóstico. É a combinação entre imagem, distribuição, evolução e dados clínicos que orienta a interpretação.

No ultrassom abdominal, o diagnóstico raramente está em uma única imagem, ele está no conjunto. 🔎

Ele talvez avaliasse o colo, o tom de voz e a possibilidade de ir embora mais cedo. 😅Você também olha para outras coisas...
15/09/2026

Ele talvez avaliasse o colo, o tom de voz e a possibilidade de ir embora mais cedo. 😅

Você também olha para outras coisas: clareza nas informações, atenção às dúvidas e respeito em cada etapa.

No Dia do Cliente, queremos saber: se o seu pet escrevesse uma avaliação, qual seria a primeira frase?
⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️

É comum… mas será que é normal? ❔Quantas vezes você já se deparou com um achado que aparece rotineiramente nos exames de...
13/09/2026

É comum… mas será que é normal? ❔

Quantas vezes você já se deparou com um achado que aparece rotineiramente nos exames de imagem? Ele pode ser comum, mas você já se perguntou se é normal? 🤔

Todo achado deve ser interpretado no contexto clínico do paciente. Nem todo achado vai ter sintomas, mas sempre vai acender uma luz vermelha, porque mesmo sendo frequente e comum, ter uma alteração nunca é normal, mesmo sem trazer prejuízos para a saúde do animal naquele momento. 📝🔎

Quais achados mais comuns nos exames de imagem dos seus pacientes? Conta pra gente aqui nos comentários 👇🏼

10/09/2026

A intussuscepção, também chamada de “efeito telescópio” ou “imagem em alvo”, acontece quando um segmento do trato gastrointestinal se invagina para dentro de outro. Na forma gastroduodenal, parte do estômago se desloca para o interior do duodeno, uma apresentação rara na medicina veterinária. 🎯

Neste caso, ocorre o inverso. Uma formação mural na região do antro e piloro “abraça” uma porção do duodeno. A coexistência desses achados formou uma invaginação do segmento duodenal, impedindo o esvaziamento gástrico. Esse paciente apresentava vômitos crônicos, emagrecimento progressivo, e o quadro evoluiu para óbito devido ao diagnóstico tardio.

Em 10 anos de ultrassom, esse foi o único caso assim que encontrei na minha rotina, e ele estava guardado, esperando virar post. É um daqueles casos que ampliam nosso repertório e ficam na memória mesmo depois de anos de rotina. 🔎🧠

Você já viu uma intussuscepção nessa localização?

Onde você vê um animal que não fala, um veterinário procura outras formas de escutar. 💚No jeito de andar, no apetite que...
09/09/2026

Onde você vê um animal que não fala, um veterinário procura outras formas de escutar. 💚

No jeito de andar, no apetite que mudou, no comportamento que já não é o mesmo. Durante a consulta, também escuta quem convive com ele e percebe os detalhes da rotina.

Esse olhar se constrói com estudo, atenção e perguntas que vão além do “ele sempre foi assim”.

Hoje, nossa homenagem é a quem aprendeu a olhar e nunca deixou de se importar. Feliz Dia do Médico Veterinário! 🩺🐾

O olhar precisa ir além da vesícula. E o exame anterior também faz parte dessa história. 🔎Em junho de 2025, esta pacient...
07/09/2026

O olhar precisa ir além da vesícula. E o exame anterior também faz parte dessa história. 🔎

Em junho de 2025, esta paciente felina apresentava espessamento e irregularidade da parede da vesícula, com impressão ultrassonográfica de colecistite.

Quatorze meses depois, ela retornou com inapetência, icterícia e desidratação. A parede continuava espessada, mas havia novos achados: lama biliar, dilatação das vias biliares e estruturas compatíveis com cálculos, incluindo uma imediatamente antes da papila duodenal.

A comparação com o exame anterior permitiu distinguir o que persistia do que havia mudado. Associados ao quadro clínico, os novos achados sustentavam a suspeita de obstrução biliar como explicação para a icterícia.

Por isso, a avaliação não deve terminar na vesícula. ⚠️
Acompanhar as vias biliares até a região da papila duodenal pode revelar alterações fundamentais para a interpretação do exame e para orientar a investigação clínica.

O intervalo entre os exames documenta a evolução, mas não permite determinar quando os cálculos se formaram.

Cada trecho do sistema biliar importa. E comparar os exames ajuda a compreender o momento atual do paciente. 📝

Na sua rotina, a comparação com um exame anterior já foi decisiva para entender o quadro atual de um paciente?

03/09/2026

Quando um@paciente precisa ser sedado para fazer um raio-X? 💉🩻

Em alguns exames, o paciente precisa permanecer imóvel e em posições bem específicas para que as imagens tenham qualidade diagnóstica.

Quando há dor, medo ou dificuldade para manter o posicionamento, a sedação pode proporcionar mais conforto e segurança, evitar imagens tremidas e reduzir a necessidade de repetir o exame.

Mas nem todo raio-X precisa de sedação: a indicação é individual e deve considerar o estado clínico, o comportamento do paciente e a região que será avaliada.

Sedação não é apenas para “ficar quietinho”. Quando indicada, ela também faz parte da qualidade e da segurança do exame. 🐶🐱

Você já teve alguma dúvida sobre esse assunto? Conte nos comentários!

Precisa raspar os pelos para o exame de ultrassom? 🤔Por que fazemos a tricotomia antes do ultrassom?As ondas do ultrasso...
01/09/2026

Precisa raspar os pelos para o exame de ultrassom? 🤔
Por que fazemos a tricotomia antes do ultrassom?

As ondas do ultrassom precisam atravessar os tecidos para formar a imagem. Quando não removemos os pelos, bolsas de ar ficam presas entre o transdutor e a pele do paciente, mesmo com a aplicação do gel.

Como o ar dificulta a passagem das ondas ultrassônicas e reflete grande parte delas, a imagem pode apresentar falhas, sombras e perda de definição. A tricotomia permite que o gel elimine melhor essas bolhas de ar, garantindo um contato mais uniforme entre o transdutor e a pele.

É um preparo simples e rápido, mas que contribui para imagens mais nítidas e um exame mais preciso e seguro. 💙🧡

Sua clínica realiza radiografias, mas precisa de apoio especializado na interpretação dos exames? 🔍Com a telerradiologia...
29/08/2026

Sua clínica realiza radiografias, mas precisa de apoio especializado na interpretação dos exames? 🔍

Com a telerradiologia da Digital Vet, sua equipe envia as imagens acompanhadas do histórico clínico e recebe um laudo radiográfico organizado, com descrição dos achados e conclusão. 📝

Além da análise das imagens, valorizamos a comunicação com o médico-veterinário solicitante para esclarecer informações e compreender melhor o contexto de cada paciente. 🫱🏻‍🫲🏼

A telerradiologia pode contribuir para:

🔹 Apoiar o raciocínio clínico
🔹 Ampliar o suporte diagnóstico da clínica
🔹 Integrar os achados de imagem aos sinais clínicos e exames complementares
🔹 Oferecer laudos radiográficos mesmo sem um profissional de diagnóstico por imagem na equipe presencial

Quer conhecer o serviço de telerradiologia da Digital Vet e entender como ele pode fazer parte da rotina da sua clínica?

Entre em contato com a Digital Vet para conversar com a nossa equipe. 📲

Serviço destinado a médicos-veterinários, clínicas e hospitais veterinários.

PKD vai além dos rins? 🐱🔎A doença renal policística é hereditária, está principalmente associada a alterações no gene PK...
28/08/2026

PKD vai além dos rins? 🐱🔎

A doença renal policística é hereditária, está principalmente associada a alterações no gene PKD1 e apresenta importante predisposição em gatos Persas e raças relacionadas, embora também possa ocorrer em gatos de outras raças e sem raça definida.

Ao ultrassom, podemos identificar cistos renais de diferentes tamanhos e acompanhar a substituição progressiva do parênquima, com perda da arquitetura renal.

E a doença nem sempre se limita aos rins: cistos extrarrenais também podem ocorrer, principalmente no fígado e, mais raramente, no pâncreas.

Mas atenção: o ultrassom mostra a morfologia dos rins, não determina sozinho sua função. A interpretação deve ser feita em conjunto com os achados clínicos e exames laboratoriais.

Você já atendeu gatos com PKD e cistos extrarrenais? Conte nos comentários. 👇

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