Clínica Veterinária Bichos & Cia.

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Clínica Veterinária Bichos & Cia. A Clínica Veterinária Bichos e Cia. existe desde abril de 1992. Consultas, cirurgias, vacinas, estética (banho e tosa), creche, laudos e atestados. CRMV RS 4705

Para sua comodidade, trabalhamos com hora marcada. A desistência do horário deve ser previamente informada Atendemos consultas, cirurgias, ecografias, vacinas, banho e tosa, hotel, hospitalização, recreação, laudos e atestados.

11/06/2026
Em 26 de maio, meu aniversário, estávamos em Piccadilly Circus, Londres. Comemorei com estas pessoas incríveis: meu mari...
02/06/2026

Em 26 de maio, meu aniversário, estávamos em Piccadilly Circus, Londres. Comemorei com estas pessoas incríveis: meu maridão Carlos Henrique Castilhos , a comadre Angela e a amiga . Um maravilhoso chá das 5 londrino.

04/04/2026

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11/02/2026
Imagem de monitoramento  por câmeras de um gato hospedado no gatil da Clínica Veterinária Bichos & Cia. Fazemos o contro...
10/02/2026

Imagem de monitoramento por câmeras de um gato hospedado no gatil da Clínica Veterinária Bichos & Cia.
Fazemos o controle por imagem e som. Sim! Podemos conversar com eles! 🐈‍⬛.
Vai viajar? Confie em quem tem o conhecimento e a estrutura própria para isto!

31/12/2025
05/12/2025

Meu pai me ligou à meia-noite:
“Filho, o Rusty se recusa a morrer enquanto você não chegar em casa.”

Eu ri. Achei que era drama.
Estava a três horas de distância, atolado em planilhas, café frio e correria.
“Pai, ele já tem 14 anos… Deixa ele descansar. Eu vou no fim de semana.”

Silêncio do outro lado da linha. Depois a voz dele quebrou, como eu não ouvia desde que a mamãe se foi:

“Ele não tá na caminha dele, filho. Tá no chão do garagem, encostado na porta do motorista do caminhãozinho vermelho. Não deixa ninguém mexer nele. Tá esperando o motorista.”

Na hora meu coração parou.

Peguei a chave e saí voando.

Cheguei de madrugada. A casa estava menor do que eu lembrava. A luz da varanda piscando.
Fui direto pro garagem.

O cheiro de gasolina, madeira e passado me acertou em cheio.
E lá estava ele.
Rusty, encolhido do lado da porta do motorista, pelo dourado já grisalho, respirando curto, quase sem força.

“Ele tá aí há dois dias”, meu pai falou da sombra. “Tentei trazer pra dentro. Ele rosnou pra mim. Se arrastou até aqui.”

Eu me abaixei.
“Ei, meu velho…”

A cauda dele bateu uma única vez, fraca, no chão.
Ele não abriu os olhos, mas soltou um suspiro longo, aliviado.
Ele sabia que eu tinha chegado.

Olhei pro banco do motorista e congelei.
Minha jaqueta velha do colégio estava lá, pendurada no volante. Mangas de couro rachadas, lã desbotada.

“Eu que coloco todo dia às 5 da tarde”, meu pai confessou, olhando pro chão. “Abaixa os vidros, ligo o rádio na estação de rock que você curtia. Fico ali com ele. Era o único jeito dele comer. Ele acha que você só tá pagando a gasolina… e que a gente vai sair pra algum lugar.”

Naquele momento eu entendi tudo.
Enquanto eu corria atrás de promoção, apartamento maior e “vida adulta”,
meu pai e meu cachorro viviam presos no tempo.
Presos na lembrança do menino que dirigia o caminhãozinho vermelho com eles.

Rusty não estava esperando um cachorro morrer.
Ele estava cumprindo o último turno dele: guardar o lugar do motorista até o chefe da matilha voltar.

Eu não tentei carregá-lo.
Abri a porta do motorista, entrei, vesti a jaqueta velha (agora apertada nos ombros), girei a chave.

O motor tossiu, roncou, ganhou vida.
O cheiro de gasolina queimada encheu o garagem.

“Entra, pai.”

Ele entrou no banco do passageiro.
Durante uma hora inteira a gente não saiu do lugar.
Motor ligado, vidros abertos, noite entrando.
Minha mão pra fora da janela, acariciando a cabeça do Rusty.

O barulho do motor parecia acalmar ele.
O cheiro. A vibração. A matilha completa de novo.

Rusty respirou fundo — a respiração mais longa desde que eu cheguei.
Encostou o focinho na minha mão.

E ali, com o motor ligado e os “meninos” dele do lado, ele se foi.

Não morreu esperando.
Morreu chegando.

Fiquei ali até o tanque quase zerar.
Meu pai só apertou meu ombro, sem dizer nada.
Um perdão silencioso por todas as ligações que eu cortei e visitas que adiei.

Aprendizado que nunca mais sai da cabeça:

Pra quem ficou em casa — pai, mãe, cachorro — você não é só “parte da rotina”.
Você é o sol em torno do qual o mundo deles gira.

Rusty esperou a vida inteira por um rolê que nunca saiu da garagem…
só pra estar cinco minutos com a gente.

Não deixe quem te ama esperando.

Vai pra casa.
Liga.
Aparece.
Senta no banco do motorista.

É nisso que eu acredito!!!!!!!!!!!!!!!!
03/12/2025

É nisso que eu acredito!!!!!!!!!!!!!!!!


O Congresso da Colômbia aprovou a Lei da Empatia, que torna obrigatória a educação sobre proteção e bem-estar animal nas escolas. Um avanço enorme, que forma crianças e jovens mais conscientes, justos e compassivos.

E aqui no Brasil, já tenho projeto de lei tramitando com esse mesmo propósito: levar para as salas de aula temas como trato ético, guarda responsável e combate aos maus-tratos.

Sempre digo que uma política pública séria para os animais precisa se apoiar em três pilares fundamentais:
✔️ Educação, que muda mentalidades;
✔️ Castração, que controla a população de forma ética;
✔️ Adoção, que dá novas vidas a quem precisa.

A Colômbia avança — e seguimos lutando para que o Brasil avance também.

O que você achou dessa notícia? 💚🐾

30/11/2025

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