28/09/2026
Mais de 5.000 avaliações da cavidade bucal me ensinaram a observar melhor — e a fazer perguntas melhores.
Cada paciente trouxe uma história. Cada retorno, a oportunidade de comparar registros, rever interpretações e acompanhar o que havia mudado.
Ao longo dessa trajetória, fui compreendendo a importância de organizar o caminho entre perceber uma alteração e decidir o próximo passo.
Escutar o responsável. Considerar o histórico. Avaliar com atenção. Registrar inclusive o que parece normal. Reconhecer os limites daquela avaliação e saber quando investigar ou encaminhar.
Minha experiência clínica caminha junto com o estudo, a atualização e a disposição de rever o que sei.
Foi dessa construção que nasceu o MAE — Metodologia Aplicada à Estomatologia – Cães: uma sequência para organizar a avaliação clínica da cavidade bucal e integrar seus achados ao cuidado do paciente.
Porque a boca não é composta somente por dentes. E cada achado precisa ser compreendido no contexto de quem estamos atendendo.
Na sua rotina, a avaliação da cavidade bucal já tem uma sequência ou ainda depende da queixa que chega à consulta? Conte nos comentários.
Dra. Luciana A. Araujo CRMV-SP 13.290