29/09/2026
🐎 TILDREN: 24 ANOS DEPOIS, O QUE APRENDEMOS?
Desde o primeiro registro na França, em 2002, e o estudo clássico de Denoix, em 2003, o Tildren ganhou espaço na ortopedia equina.
Nesse caminho, vieram estudos, experiência clínica e perguntas que ainda precisam de resposta. 🔬
Existem resultados favoráveis em condições específicas, como doença navicular e osteoartrite das articulações distais do jarrete. Mas isso não significa que todo cavalo manco precise de Tildren.
📍 Na nossa rotina, a perfusão regional tem sido a escolha em cerca de 90% dos casos de membro distal em que indicamos o medicamento. Temos observado boa resposta clínica nesses pacientes.
Essa é a nossa experiência de campo. A literatura sobre essa via ainda apresenta resultados inconsistentes, e precisamos reconhecer essa diferença.
⚠️ Melhorar a claudicação não comprova que a lesão desapareceu. Diagnóstico, segurança, manejo e acompanhamento continuam fazendo parte do tratamento.
Para você, proprietário ou treinador, a pergunta que eu gostaria de deixar é:
👉 “Qual é o problema do meu cavalo e o que esperamos melhorar com esse tratamento?”
É essa conversa que ajuda a construir expectativas realistas e tomar decisões com critério.
📲 Compartilhe com quem cuida de cavalos e precisa entender melhor esse assunto.
📚 Referências: Denoix, Thibaud e Riccio (2003), Equine Veterinary Journal; Gough, Thibaud e Smith (2010), Equine Veterinary Journal; Whitfield et al. (2016) e Schoonover et al. (2018), American Journal of Veterinary Research; Tippen et al. (2025), Equine Veterinary Journal.
Julio César Paganela | Ortopedia Equina