04/08/2022
Uma das fêmeas da última ninhada do nosso Hulk, mostrando mais uma vez que ele produz filhotes não só com o temperamento maravilhoso dele, mas também estrutura e o padrão mais bonito da raça American Staffordshire terrier. Um pouco da história da raça: Em 1936 o AKC (o maior e mais antigo kennel clube dos EUA), diante da crescente popularidade da raça, em parte impulsionada pelo seriado The Little Rascals ("Os batutinhas") da década de 1920 e 1930, decidiu aceitar a raça e registrar alguns exemplares de pit bull. Porém resolveu registrar estes poucos cães (cerca de 50 cães[6]) com um nome diferente, além de impor algumas restrições, à exemplo do uso destes cães. De início tentaram registrar com o nome "american bull terrier", retirando a palavra "pit" que fazia referência às rinhas. Contudo, um numeroso grupo de criadores de Bull terrier inglês não permitiu a adesão de um nome tão semelhante, temendo a associação de seus cães à marginalizados animais de briga. Após alguma discussão, para evitar conflitos o AKC resolveu adotar o nome Staffordshire terrier, justificando a escolha com a alegação de que a raça teria surgido originalmente no condado de Staffordshire, na Inglaterra, e portanto seria parente do staffordshire bull terrier (Staffbull) britânico. Para o padrão da raça a comissão da AKC liderada por Wilfred T Brandon, utilizou como indivíduos-modelo majoritariamente cães da famosa linhagem Colby.[7] Os primeiros exemplares registrados no AKC como staffordshire terriers foram a cadela Wheeler's Black Dinah e o cão Lucenay's Pete, famoso por participar do seriado The Little Rascals na década de 1930.