Estava reunido, na Fazenda Tapera-Cajazeiras, um grupo de abnegados “guzeratistas” cuja visão de futuro se fundia em um único ideal. Ver a raça a que escolheram se dedicar, revigorar. Ter um elo entre eles que permitisse a troca de informações e experiência em prol da evolução desta raça. Sergipe enviou-nos Sérgio Santana de Menezes, Antônio Mendonça Silveira, John George Carvalho Donald. A Bahia
nos mandou Drª Marilena Barreto Sampaio, Maria José Barreto Sampaio, Pedro e Alita Ferraz, Sergio Augusto Villas-Boas de Menezes, Dr. Benicio Cunha Cavalcanti, Eduardo Almeida (Frutibem), Fernando Augusto Trindade (Guto), Frank Antunes entre outros convidados. Variados assuntos foram discutidos. Resolveram, então. ESTAVA CRIADO O NÚCLEO DE CRIADORES DE GUZERÁ DA BAHIA E SERGIPE. A partir daí, os sonhos e planos foram mais audaciosos, pelo sentimento de força de um grupo. Não demorou e, aos 6 de dezembro do mesmo ano, na presença do saudoso Bernhard Winkler, presidente da Associação dos Criadores de Guzerá do Brasil – ACGB, foi formalizada a ata de fundação, aprovado Estatuto e eleita a sua primeira diretoria. Desde então, os “guzeratistas” associados ao Núcleo, fizeram bem a sua parte. O desenvolvimento e a revitalização da raça se deu, graças a união que pautou a relação entre estes e a assertiva das estratégias e ações traçadas para a raça.