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28/09/2026

Seu cachorro está com diarréia? 6 coisas bobinhas que você deve estar
fazendo e gerando esse problema

6 atitudes que parecem inofensivas, mas podem desencadear episódios de diarreia

1- Mudar a alimentação de uma vez. O intestino do cachorro precisa de tempo para se adaptar.
Trocas bruscas de ração são uma das causas mais comuns de alterações digestivas.

2- Oferecer "só um pedacinho" da comida da família. Um pedaço de pizza hoje, um churrasco
amanhã e um doce no fim de semana parecem pouca coisa, mas essa mistura costuma irritar bastante o trato gastrointestinal.

3- Exagerar nos petiscos. Mesmo quando são próprios para cães, quantidades excessivas podem
desequilibrar a alimentação e provocar desconforto intestinal.

4- Deixar o cachorro beber água de poças, praias ou locais desconhecidos durante os
passeios. Esses ambientes podem conter agentes infecciosos capazes de provocar alterações
digestivas.

5- Esquecer da prevenção contra vermes. Alguns parasitas intestinais causam diarreia recorrente,
principalmente quando a vermifugação não acompanha o estilo de vida do animal.

6- Acreditar que toda diarreia é igual. Frequência, presença de sangue, vômitos, apatia ou perda
de apetite mudam completamente a urgência da situação e nunca devem ser ignorados. O intestino costuma ser um dos primeiros órgãos a demonstrar que alguma coisa não está bem. Em vez de tratar apenas a diarreia, vale sempre tentar entender o que levou o organismo a reagir
daquela forma.

Resolver a causa é sempre melhor do que apenas controlar o sintoma.

Para cuidar do seu cão ou gato com mais segurança e informação, siga Milene Veterinária.

20/09/2026

Depois de mais de 1.000 pets atendidos, eis meu veredito das doenças mais comuns e que mais mat*m

Depois de atender mais de 1.000 cães e gatos, estas são as doenças que mais mudaram minha forma de enxergar a prevenção 👇

1- Doença do carrapato. O que mais me impressiona é como ela costuma começar de forma discreta. Muitos tutores acreditam que basta retirar o carrapato, quando o maior perigo pode estar acontecendo dentro do organismo.

2- Doença renal. Principalmente nos gatos, ela ensina uma lição importante: nem sempre a
gravidade aparece nos primeiros sintomas. Por isso os check-ups fazem tanta diferença.

3- Cinomose. É uma doença que reforça diariamente o valor da vacinação. Quando vejo um caso,
sempre penso que muitos deles poderiam ter sido evitados.

4- Parvovirose. Filhotes ainda não completamente imunizados são os que mais sofrem. É uma
doença que evolui rápido e exige atendimento imediato.

5- Obstrução urinária em gatos. Poucos tutores imaginam que um simples "vai e volta da caixa de
areia" pode representar uma emergência.

6- Intoxicações. Grande parte acontece dentro de casa, causada por alimentos, medicamentos ou
produtos que fazem parte da rotina da família.

7- Doenças cardíacas silenciosas. Muitos animais chegam ativos, brincando e aparentemente
saudáveis, até que um exame revela alterações importantes.

Depois de tantos anos de profissão, uma conclusão ficou muito clara para mim: as doenças mais
graves raramente começam de forma grave. Elas costumam dar pequenos sinais que passam
despercebidos. É justamente por isso que informação e acompanhamento fazem tanta diferença.

Na medicina veterinária, os detalhes costumam salvar vidas.

Para cuidar do seu cão ou gato com mais segurança e informação, siga Milene Veterinária.

16/09/2026

Seu cachorro está bebendo água do jeito certo? Quase ninguém observa isso que faz ele viver mais

7 detalhes sobre a água que podem fazer diferença na saúde do seu cachorro

1- A localização do pote importa. Quando ele f**a em locais muito quentes, com muito movimento ou
difícil acesso, alguns cães acabam bebendo menos água ao longo do dia.

2- Nem todo cachorro gosta do mesmo recipiente. Alguns preferem potes mais largos, outros de inox
ou cerâmica. Pequenas mudanças podem aumentar a ingestão de água.

3- Água limpa faz diferença. Muitos cães evitam beber quando a água está parada por muito tempo
ou contém resíduos de alimento e saliva.

4- Ter apenas um ponto de água pode limitar o consumo. Em casas maiores, oferecer mais de um
local para beber costuma estimular a hidratação.

5- Passeios também influenciam. Um cachorro ativo precisa repor líquidos com mais frequência do
que um animal sedentário.

6- Mudanças bruscas no consumo merecem atenção. Tanto beber água em excesso quanto reduzir
muito a ingestão podem ser sinais de doenças importantes.

7- A melhor forma de saber se ele está bebendo o suficiente é observar a rotina. A maioria dos
tutores percebe quando o pote esvazia, mas poucos realmente conhecem o padrão normal do
próprio cachorro.

Quando pensamos em saúde, quase sempre lembramos da alimentação. Mas a hidratação participa
do funcionamento de praticamente todos os órgãos do corpo. Observar esse hábito simples pode
ajudar a identif**ar alterações muito antes do surgimento de outros sintomas.

Grandes problemas costumam começar com pequenos detalhes que passam despercebidos.
Para cuidar do seu cão ou gato com mais segurança e informação, siga Milene Veterinária.

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