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04/07/2021

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DISPLASIA EM CÃES Infelizmente, algumas doenças muito comuns nos nossos amigos são também bastante dolorosas, como é o c...
31/03/2021

DISPLASIA EM CÃES

Infelizmente, algumas doenças muito comuns nos nossos amigos são também bastante dolorosas, como é o caso da displasia em cachorro. Caracterizada por uma incongruência da articulação coxofemoral, na qual a cabeça do fêmur não “se encaixa” no acetábulo (cavidade do osso do quadril), a doença tem grande impacto na mobilidade dos cachorros, o que afeta também sua qualidade de vida.
Embora o fator genético pode ter um papel importante no surgimento da displasia em cachorros, saber mais sobre a doença ajuda a tomar algumas medidas que contribuem para retardar seu desenvolvimento. Assim como reconhecer os primeiros sintomas é importante para atenuar os impactos da displasia desde o início.

Principais causas da displasia em cachorros

Não existe uma causa única para a displasia. No entanto, de acordo com o Dr. Felipi Bruno Espada, veterinário da Petz, “sabe-se que a genética corresponde a 50% da causa da displasia de quadril aliada a 50% de causa ambiental”, diz. Em causas ambientais, ele cita como exemplos fatores nutricionais, biomecânicos e de meio-ambiente, que podem piorar a displasia.

Em relação a esse último fator, o especialista diz que o tipo de piso em que o pet vive interfere muito. Isso porque pisos lisos fazem com que ele escorregue com frequência, forçando suas articulações, o que contribui para o desenvolvimento e progressão da doença.

Grupos de risco: quais são as raças mais afetadas

Já que falamos que a genética é um dos principais fatores associados ao desenvolvimento da displasia, é natural concluir que determinadas raças estejam mais predispostas ao problema. E é verdade.

Apesar de poder acometer qualquer cachorro ou gato dependendo de fatores como idade, peso e tipo de piso em que o ele vive, cães de porte médio ou grande estão entre os mais afetados pela displasia, com destaque para as raças Pastor Alemão, Husky Siberiano, Rottweiller, Labrador, São Bernardo Pittbull, e Border Collie.

Por isso, principalmente se seu amigo pertence a uma delas, fique atento aos sinais da displasia e não deixe de fazer um acompanhamento com o veterinário!

Como reconhecer a displasia no meu pet?

Ainda mais quando o pet vive em condições inapropriadas, a displasia só tende a evoluir. Por isso, saber identificar os primeiros sintomas de displasia canina é fundamental para dar início ao tratamento e garantir mais qualidade de vida ao pet.

Veja abaixo os principais sinais da doença:

Claudicação, isto é, o cachorro começa a mancar;

Dor durante palpação da região do quadril;

Quedas abruptas ao caminhar;

Andar diferente do habitual, como se estivesse rebolando;

Sentar com os membros mais abertos.

De acordo com o dr. Felipi, em casos mais avançados, o cão ou gato pode até mesmo vir a parar de andar. “No entanto, com o avanço da medicina veterinária, hoje em dia o animal dificilmente chega a esse estado quando devidamente tratado”, afirma.

Diagnóstico e tratamento

Ao suspeitar de displasia, o veterinário costuma realizar um exame físico para verificar a sensibilidade apresentada pelo animal na articulação. No entanto, só um Raio-X será capaz de confirmar o quadro da doença, além de ajudar o veterinário a identificar o grau da displasia e de lesão da articulação.

O tratamento adequado vai depender diretamente dessa avaliação, já que pets com diferentes estados de saúde e em estágios diferentes da doença pedem diferentes procedimentos. Por isso, somente um veterinário poderá dizer como tratar displasia coxofemoral em cães.

Seja qual for o tratamento para displasia, de maneira geral, todos eles envolvem algumas mudanças no estilo de vida do pet, que pode precisar de exercícios físicos supervisionados, suplementação com condroprotetores e alterações na alimentação (para perda de peso) e no ambiente (com pisos antiderrapantes). Em alguns casos, o veterinário poderá recomendar também uma intervenção cirúrgica.

Vale ressaltar que a displasia coxofemoral não tem cura, no entanto, com a evolução da medicina-veterinária, diversos tratamentos são capazes de retardar a doença e de dar mais qualidade de vida ao pet.

Displasia em cachorros: tratamentos alternativos

Embora a cirurgia seja indicada em alguns casos, não estranhe se, ao diagnosticar a displasia, o veterinário recomendar coisas como fisioterapia, acupuntura ou ozonioterapia. De acordo com o Dr. Felipi, essas formas de tratamento não invasivas têm se mostrado ótimas opções para possibilitar mais qualidade de vida aos animais.

No caso da fisioterapia, ela atua fazendo com que o pet ganhe massa muscular, o que ajuda a estabilizar melhor a articulação coxofemoral incongruente, além de proporcionar a ele exercícios de baixo impacto que propiciam a perda de peso. O veterinário cita, ainda, que a fisioterapia pode estimular o aumento da produção de líquido sinovial, fundamental para lubrificar as articulações. Já a laserterapia e magnetoterapia ajudam a diminuir a dor, tornando o pet menos dependente de analgésicos e de anti-inflamatórios. Converse com o veterinário!

Como prevenir a displasia

É sempre difícil falar em prevenção quando o assunto é genética. Isso porque, nesses casos, a prevenção deve começar lá atrás, nos criadores, com a preocupação de não cruzar animais com a doença. Sendo assim, o primeiro passo para evitar que seu amigo tenha displasia é questionar, no momento da compra, sobre o histórico de seus pais e de seus avôs em relação à doença.

Além desses cuidados, confira outros que você pode ter no dia a dia:

Evite pisos lisos nos locais em que o pet vive, dando preferência aos pisos antiderrapantes;

Garanta ao pet uma alimentação equilibrada e exercícios físicos a fim de evitar a obesidade e o sedentarismo;

Se achar que seu cachorro está acima do peso, consulte um veterinário;

No caso das raças mais propensas ao desenvolvimento da displasia, evite propor que façam exercícios de alto impacto;

Sempre leve seu amigo para consultas regulares no veterinário.

Matéria :

https://www.petz.com.br/blog/cachorros/displasia-em-cachorros-causa-sintomas-e-tratamento-da-doenca/

Em 1800...O Border collie é o resultado de mais de um século de cruzamentos para a função de pastoreio. Em 1800 uma vari...
31/03/2021

Em 1800...

O Border collie é o resultado de mais de um século de cruzamentos para a função de pastoreio.

Em 1800 uma variedade de cães de pastoreio de ovelhas com diferentes estilos de pastoreio existentes na Grã-Bretanha, começou a ser cruzada entre si. Alguns foram “buscar” os cães que possuiam uma tendência inata para a busca circular de rebanhos e a capacidade de trazê-los de volta para o pastor.

A maioria destes eram cães barulhentos, com tendência para beliscar e morder enquanto realizavam o seu trabalho. Mas a superioridade de certos cães eram apenas natural, e em 1873 a escolha do cão pastor real foi realizada a fim de definir algumas das atribuições que esses deveriam possuir.

Este concurso, indiretamente, levava para os Border collies a sua primeira linhagem, por meio de um cão chamado H**p, que assim distinguiu-se em ensaios de pastoreio e gerou um grande número de descendentes. Ele não arrebanhava pelo ladrar e morder, mas com calma e olhando para as ovelhas (“dar o olho”), intimidá-las em movimento. Esse é considerado o pai do Border collie.

Em 1906 a primeira norma da raça foi elaborada, mas ao contrário dos padrões físicos da maioria das raças, esta era uma descrição da capacidade de trabalho, sem ter em conta a aparência física. Esta característica moldou a raça desde então. Na verdade, os cães foram ainda referidos simplesmente como cães pastores, e somente em 1915 foi gravado pela primeira vez o nome Border collie, em referência à origem do cão em torno das fronteiras inglesas e escocesas.

O Border collie veio para a América imediatamente deslumbrando pastores sérios com seus pastoreio e capacidade de obediência. Na verdade, este último abriu uma nova porta para a raça como uma das mais competitivas raças em provas de obediência. Os Borders collies têm trabalhado duro para ganhar a reputação de uma das mais inteligentes raças de cães do mundo.

Como uma da raça intocada pela ênfase cosmética os criadores de Collie lutaram ativamente para ganherem o reconhecimento do AKC como um cão show. Em 1995, no entanto, a AKC reconheceu a raça.

Fonte do texto: http://animal.discovery.com/breed-selector/dog-breeds/herding/border-collie.html

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