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Stanvet Denise C. Stange, Médica Veterinária em Antônio Olinto, PR

16/01/2022

A Secretaria de Saúde de Tibagi, através do Centro de Controle de Zoonoses, alerta a toda a população tibagiana sobre os problemas que os carrapatos podem causar, tanto em humanos como em animais....

16/01/2022

Médica veterinária explica como alimentar o seu amigo corretamente

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25/06/2021

Essa vaca teve um corpo estranho introduzido nas narinas após pastar debaixo de uma araucária (pinheiro) para comer pinhão. Muito comum nesta época. O corpo estranho foi removido de uma das narinas.
O animal com esse corpo estranho pode desenvolver um quadro de pneumonia e o produtor não associar a causa. Apresenta secreção nasal, inquietação e febre em alguns casos. O corpo estranho deve ser retirado de forma que não prejudique o animal.

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25/06/2021

Cetose em vacas de corte vc já viu? Bela explicação do Dr. Rafael Carvalho de Souza o qual tenho grande admiração pelo excelente trabalho com gado leiteiro e de corte. Tive aula com essa fera!

Doença metabólica acomete animais no período de transiçãoEm entrevista ao Portal DBO, o médico veterinário Rafahel de Souza, professor da PUC-MG, fala sobre ...

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25/06/2021

Verminose é uma doença parasitária causada por vermes que vivem no trato gastrintestinal ou nos pulmões dos bovinos.

Embora nem todos os animais do rebanho manifestem sintomas graves, há perda potencial de conversão de ganho de peso e produção de leite, principalmente por ser uma doença de evolução crônica. Em geral os sintomas variam de acordo com a espécie de verme predominante, a idade do animal hospedeiro e seu estado nutricional. Os principais sintomas são perda de apetite, diarréia, perda de peso, pelos secos e arrepiados, edema submandibular e mucosas anêmicas. Quando há presença de vermes pulmonares ocorre ainda tosse, respiração acelerada e difícil.

Intercâmbio Antônio Olinto - PR  x  Uruguaiana RSHá alguns anos atrás na busca por conhecimento. Tive a oportunidade de ...
23/06/2021

Intercâmbio Antônio Olinto - PR x Uruguaiana RS

Há alguns anos atrás na busca por conhecimento. Tive a oportunidade de viver grandes momentos na companhia de pessoas que me ensinaram tudo o que sabiam das lidas no Sul do Sul. Conheci e amei as coisas belas dos campos gaúchos. Guardo comigo uma saudade que de mim não sai. Uruguaiana RS.

FOTOS: Reais por Médica veterinária Denise Stange em procedimento de campo real. Veja informação abaixo sobre a dificuld...
23/06/2021

FOTOS: Reais por Médica veterinária Denise Stange em procedimento de campo real. Veja informação abaixo sobre a dificuldade enfrentada no parto desse animal:

Distocia é definida como dificuldade ou atraso no parto em qualquer um dos estágios da parição. Para reconhecer um parto distócico, é importante conhecer as etapas normais da parição.

Na indústria leiteira, na qual a principal fonte de receita é a produção e venda de leite, o parto da vaca e os cuidados com a bezerra são áreas muitas vezes negligenciadas. Com isso, o problema com partos distócicos tem sido praticamente ignorado. Poucos produtores de leite incorporam estratégias de acasalamento para diminuir a ocorrência de distocia ou têm manejo de parto e de bezerros recém-nascidos que abordam especificamente o problema.

Talvez como resultado dessa desatenção da indústria leiteira às dificuldades de parto, a taxa de distocia em bovinos leiteiros é maior do que em bovinos de corte. Uma pesquisa americana relatou, em 1994, que 18% dos partos necessitaram de assistência, enquanto a taxa de parto com distocia nas vacas de primeira lactação foi de 32%. Em comparação, no ano de 1997, nas fazendas de corte foi relatado que 17% das novilhas e 3% das vacas apresentaram distocia.

Em um estudo realizado na Universidade Estadual do Colorado, pelo programa de gestão pecuária integrada, fazendas de leite foram avaliadas quanto à ocorrência de distocia e seus efeitos nos bezerros e nas vacas. As taxas de distocia nessas fazendas variaram de 30 a 40%, sendo superiores a 50% em vacas de primeira cria. Bezerros nascidos em parto distócico tiveram de 3 a 24 vezes mais chances de morrer ao nascer, probabilidade 1,5 vezes maior de adoecer antes do desmame e taxa de mortalidade quase duas vezes maior no momento do desmame.

Logo, os impactos da distocia em animais leiteiros incluem aumento da morte e doenças em bezerros, bem como redução da produtividade e aumento de doenças em vacas. Com isso, acumulam-se os impactos econômicos devido a custos com tratamento aumentados, redução do desempenho da bezerra e redução da eficiência reprodutiva.

Causas de distocia

A distocia pode ter relação com o manejo, desde a escolha do sêmen até a nutrição, bem como o manejo de vacas no parto.

Principais causas:

- Cruzamento: a genética pode ser causa importante, devido à influência sobre características como peso ao nascer e desenvolvimento das novilhas;
- Vacas gordas: muito gordura na pelve pode resultar em menor canal do parto;
- Má formação do bezerro ou da vaca;
- Duração da gestação;
- Novilhas: muitas vezes o canal do parto (va**na e v***a) não dilata o suficiente para dar passagem ao bezerro;
- Incompatibilidade materno-fetal (feto muito grande ou pelve da vaca muito pequena), sendo a causa mais comum em bovinos de corte;
- Má posição: causa infrequente de distocia em bovinos de corte (menos que 4%), mas pode ser mais frequente em bovinos de leite;
- Outras doenças: como, por exemplo, febre do leite (na qual há redução do tônus muscular e dificuldade de expulsão o feto) ou torção uterina.

Medidas preventivas para redução da incidência de distocia

Dentre as diversas causas de distocia, algumas podem ser prevenidas e outras não. Logo, mesmo que todas as medidas preventivas sejam tomadas em uma fazenda, a condição ainda ocorrerá em alguns animais. É possível ocorrer também causas múltiplas em um incidente individual de distocia. Ainda assim, o meio mais eficaz para prevenir perdas é o manejo adequado dos animais.

Abaixo estão elencadas algumas medidas preventivas:

- Cruzamento/genética - o touro, assim como a fêmea, contribui para o tamanho do bezerro. Alguns distocias são causados por uma cria muito grande em uma vaca pequena ou, especialmente, em uma novilha. É interessante sempre cruzar novilhas com touros que são provados para não produzir bezerros com alto peso ao nascer. No entanto, não se deve ir para o outro extremo e selecionar para bezerros com peso muito baixo ao nascimento, pois bezerras pequenas tendem a resultar em novilhas pequenas.

- Nutrição - as vacas/novilhas devem ser alimentadas com calorias suficientes para manter a condição corporal e o crescimento fetal. As vacas não devem ter nem baixa e nem alta condição corporal. Super condicionamento corporal pode conduzir a desordens de parto e problemas metabólicos, bem como baixo condicionamento pode resultar em produção diminuída e baixo desempenho reprodutivo. As vacas/novilhas super condicionadas podem acumular gordura ao redor da pelve, resultando em um canal de parto menor. Deve-se ter como meta um escore de condição corporal de 3,25 a 3,5 ao parto para os animais. Deve-se também manter o equilíbrio normal de cálcio nas vacas. Isto pode ser conseguido pelo fornecimento de sais aniônicos e cálcio extra antes do parto. Se os níveis de cálcio caírem, as vacas podem ter problemas de parto relacionados com a febre do leite. Se o rebanho está tendo taxas elevadas de distocia, é necessário reavaliar o manejo nutricional das novilhas e vacas secas.

- Observação das vacas/novilhas próximas ao parto – a intervenção precoce pode ajudar a prevenir algumas das distocias mais graves e a morte de bezerras.

- Treinar o seu pessoal - saber quando intervir e o que fazer é extremamente importante para diminuir a ocorrência de distocias e perdas por morte da cria.

Diferença entre as causas de distocia em novilhas e vacas

As causas de distocia em vacas e novilhas muitas vezes são diferentes. Uma novilha ainda está crescendo, logo, será menor que uma vaca madura. Além disso, pelo fato de novilhas nunca terem parido, os tecidos do canal de parto (cérvix, va**na e v***a) nunca foram dilatados. Assim, a distocia nas novilhas é frequentemente associada à problemas no canal do parto, o qual não dilata o suficiente. Estas distocias podem frequentemente ser corrigidas dilatando a va**na e a v***a manualmente.

Por outro lado, quando a distocia ocorre em vacas, geralmente é resultado de um problema mais sério. O tamanho do canal do parto de uma vaca é menos restritivo do que o de uma novilha, assim, quando a distocia ocorre, normalmente tem relação com outro processo de doença concomitante ou com bezerros extremamente grandes, malformados ou mal posicionados. Por estas razões, mesmo uma distocia suave em vacas pode aumentar a probabilidade de natimortos e de bezerros comprometidos quando comparados aos nascidos de uma novilha com distocia.

Efeitos da distocia

Qualquer distocia terá algum impacto sobre a bezerra e a mãe, mas o impacto normalmente torna-se pior de acordo com a gravidade do parto. Estes são alguns dos efeitos causados:

- Perdas por morte da bezerra devido ao aumento de trauma, incidência de doença ou incapacidade de se adaptar à vida pós nascimento;
- Perdas por morte da vaca e taxas de descarte maiores devido a trauma, diminuição da produção ou diminuição da eficiência reprodutiva. As vacas que têm distocia apresentam aumento do estresse e são mais propensas a ferimentos;
- Aumento no intervalo parto-concepção (redução da fertilidade)
- Redução da produção de leite (especialmente nos primeiros 30 dias da lactação)
- Redução da produção de gordura no leite;
- Aumento das chances de futuros problemas de parto;
- Perdas econômicas devido a:
-Redução da eficiência reprodutiva.
-Aumento da incidência de doenças;
-Gastos com tratamentos;
-Perda da bezerra;

Alguns estudos mostraram perdas de U$380 dólares nos casos de partos com distocias graves. Devido a distribuição de partos durante todo o ano na maioria das fazendas leiteiras, é importante manter bons registros para monitorar a incidência de distocia, a fim de determinar se há problemas com isso na fazenda.

Fatos interessantes sobre distocia

Com o aumento da dificuldade do parto, a chance de morte da vaca aumenta;

- Bezerros ficam geralmente mais comprometidos nos casos de distocia do que bezerras, provavelmente porque os bezerros são geralmente maiores;

- Alguns estudos mostram incidência maior de distocia no inverno em comparação com o verão. Esse fato pode ser devido à redução da movimentação das vacas confinadas no inverno;

- Distocia é a maior causa de natimortos;

- Aproximadamente metade das mortes de bezerros do nascimento até o desmame acontecem no primeiro dia de vida.

Sistema de escore de distocia

A distocia geralmente é classificada de acordo com a dificuldade. Isso ajuda na padronização das anotações de ocorrências e na comunicação entre as pessoas da fazenda.

Um exemplo de classificação de distocia:

0 – Não há necessidade de assistência ao parto
1 – Assistência fácil (normalmente significa que foi necessária apenas uma pessoa para auxiliar)
2 – Assistência difícil (foram necessárias duas pessoas para auxiliar)
3 – Assistência mecânica
4 – Cesariana

É importante desenvolver um sistema de pontuação que funcione para a fazenda. É possível incluir informações como: bezerro mal posicionado; bezerro vivo ou morto no momento da assistência; etc. Este sistema deve ser simples o suficiente para que todos entendam e se encaixem facilmente.

REFERÊNCIA:

Por Ricarda Maria dos Santos e José Luiz M. Vasconcelos

Este texto é parte de uma publicação da Universidade Estadual do Colorado.

A gestação Gemelar em vacas é uma condição que pode acontecer de duas formas: A 1° delas é quando um embrião se divide e...
23/06/2021

A gestação Gemelar em vacas é uma condição que pode acontecer de duas formas: A 1° delas é quando um embrião se divide em dois originando gêmeos idênticos. Ou A 2° É a mais comum quando ocorre uma ovulação múltiplas devido a desequilíbrios hormonais ou estimulação dos folículos devido a aplicação de biotecnologias. Neste caso a gestação pode resultar tanto em 2 bezerros do mesmo s**o, quanto de s**os opostos. Apesar da ocorrência de parto gemelar ser baixa, cerca de 0,5 ou 1 caso a cada 200 gestações, é preciso ficar atento. Afinal os riscos da gestação gemelar estão relacionados com a vida da vaca.

A prenhez de gêmeos pode comprometer seriamente o ciclo reprodutivo. Alguns dos problemas relacionados à gestação dupla são a metrite, retenção de placenta, deslocamento de abomaso, e aumento na taxa de descarte involuntário.

Por isso identificar o mais rápido possível o ocorrência de gestação gêmeas e essencial para adaptar algumas práticas de manejo e com isso diminuir os prejuízos.

1° Elevar os níveis energéticos da dieta no terço final de gestacão;
2° Adaptar a secagem da vaca (cerca de 12 dias), aumentando seu período de descanso;
3° Adiantar a oferta da dieta de transição isso porque normalmente as vacas com gestação gêmeas adiantam a data do parto e não recebem durante o período adequado a dieta de transicão;
4° Observar atentamente as vacas com gestação gemelar na época prevista do parto e oferecer assistência durante o trabalho de parto, é ao recém nascido. Isso poderá reduzir os problemas com partos distócico e a incidência de natimortos;
5° Em muitos casos , pode-se indicar o ab**to de um dos fetos para garantir a saúde e o desenvolvimento do outro, principalmente quando são de s**o oposto para evitar o freemartinismo.

O que acontece dentro das florestas tem um impacto enorme fora delas... Respeite o ciclo da vida e preserve a água, árvo...
22/06/2021

O que acontece dentro das florestas tem um impacto enorme fora delas... Respeite o ciclo da vida e preserve a água, árvores e animais. Não deseje que gerações futuras só a vejam no papel.

MÉDICA VETERINÁRIA: Denise Stange

21/06/2021

Endereço

Antônio Olinto, PR
83980000

Horário de Funcionamento

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Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 17:00
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