10/06/2026
Se eu ganhasse uma moeda para cada vez que ouvi essa pergunta com desconfiança — ou até um comentário cético — de colegas de profissão sobre a Medicina Integrativa e que homeopatia é “água” com certeza eu estaria muito rica!
O preconceito com a veterinária integrativa ainda existe. Para alguns profissionais da linha “convencional”, falar sobre homeopatia, florais, saúde comportamental e modulação emocional soa como misticismo.
Mas a verdade é que a ciência evoluiu. E a Medicina Integrativa não veio para substituir a convencional, mas para somar.
Enquanto a medicina tradicional é fantástica e indispensável para apagar incêndios (cirurgias, traumas, infecções agudas), a visão integrativa entra para entender por que o fogo começou.
Olhar para o corpo todo de um cão com otite recorrente e entender o que aquela pele e aquela coceira querem nos dizer, não é palpite: é olhar o organismo, é focar na causa raiz do problema, muitas vezes emocional.
Felizmente, o maior termômetro do meu trabalho não são as críticas de bastidores, mas o brilho no pelo, a energia recuperada e os exames de sangue dos meus pacientes que voltam a normalizar. Contra exames laudados e pets felizes, não há preconceito que pare a cura.
Obrigada a cada tutor que confia nessa medicina do futuro, que enxerga o pet como um todo e escolhe prevenir em vez de apenas remediar!